por: Aline Sousa
Foto: Canva
Em 2026, a "Insuficiência Percebida" nasce do abismo entre sua vida real e a vida editada das redes. Você compara seus bastidores caóticos com o palco iluminado de alguém, criando uma distorção injusta e cruel da realidade.
Foto: Canva
É o perfeccionismo tóxico em ação. Ao criar metas inalcançáveis, qualquer falha é vista como defeito de caráter, não como aprendizado. O "Crítico Interno" grita que você é uma fraude sempre que o padrão impossível não é atingido.
Foto: Canva
Não é só mente, é química. O estresse crônico (Burnout) eleva o cortisol e derruba a serotonina. Um cérebro quimicamente exausto perde a capacidade de reconhecer o próprio valor, amplificando a sensação de fracasso.
Foto: Canva
A raiz costuma ser antiga. Crescer em ambientes de alta cobrança cria adultos viciados em validação externa. Se o amor era condicional à performance na infância, a vida adulta vira uma corrida eterna para provar seu valor.
A cura começa pelo unfollow. Limpar o feed de perfis que geram gatilhos de inveja é higiene mental básica. O que você consome molda como você se sente: troque a perfeição fabricada pela conexão com a realidade humana.
Foto: Canva
Pratique a autocompaixão radical. Trate-se com a gentileza que daria a um amigo em crise. Troque a culpa pelo reconhecimento do esforço. Valorizar o progresso diário cura mais do que a obsessão pelo resultado final perfeito.
Foto: Canva
O que significa? Que você é humano, não uma máquina. Esse sentimento não é um fato, é um sintoma de critérios de sucesso irreais. A insuficiência é a mentira que o cansaço conta. A verdade é que você, exatamente como é, já basta.
Foto: Canva