por: Aline Sousa
Foto: Canva
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Ao acordar, é normal estranhar o reflexo inchado. Isso é física pura: enquanto você dorme, a gravidade distribui os fluidos linfáticos pela face. Só depois de levantar e se mexer é que o rosto "drena" e desincha naturalmente.
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A pele tem relógio próprio. A produção de sebo não é fixa; ela obedece a um pico hormonal que geralmente ocorre entre 13h e 16h. É por isso que, no meio da tarde, o brilho excessivo surge e os poros parecem muito maiores.
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Enquanto o óleo sobe, a água desce. Ao final do dia, a barreira cutânea, exausta pela exposição ao vento e ar-condicionado, perde hidratação. O resultado é um aspecto "murcho", onde as linhas finas ficam mais marcadas à noite.
Você não está imaginando coisas: a cor da sua pele muda. A poluição e o oxigênio reagem quimicamente, oxidando a gordura e o suor sobre os poros. Isso deixa a tez com um tom levemente acinzentado ou escurecido no fim do expediente.
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A luz é uma ilusionista cruel. A claridade difusa da manhã suaviza imperfeições, mas a luz do meio-dia (vinda de cima) cria sombras profundas nas olheiras e no "bigode chinês", alterando drasticamente a percepção do volume facial.
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Seu rosto cansa fisicamente. Após horas sorrindo, falando ou focando em telas, a musculatura facial entra em fadiga real. A tonicidade diminui e a expressão fica mais pesada, criando a sensação de "olhar caído" antes de dormir.
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Por que muda tanto? É o Ritmo Circadiano. O cortisol da manhã incha, a tarde traz óleo e a noite traz oxidação. Para estabilizar essa montanha-russa, blinde a pele com Vitamina C cedo e hidrate com brumas durante o dia.