por: Aline Sousa
Foto: Canva
Em 2026, a maquiagem não é vilã, mas a técnica errada pode ser traiçoeira. O segredo não está na idade, mas na textura escolhida. A tendência do "Skinimalismo" prova que o excesso de cobertura é o que pesa e envelhece o visual.
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O "reboco" é o inimigo das linhas de expressão. Bases de alta cobertura e acabamento ultra matte secam e se depositam dentro das rugas, destacando justamente o que você queria esconder. Prefira texturas fluidas e hidratantes.
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O pó compacto em excesso rouba a vida da pele. Um rosto totalmente opaco é lido pelo cérebro como envelhecido ou desidratado. Use pó solto ultrafino apenas na Zona T (testa, nariz e queixo) para matificar sem perder o viço.
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Cuidado com as cores. Batons muito escuros e secos afinam os lábios, evidenciando o "código de barras". Já sombras com brilho grosso em pálpebras caídas realçam a flacidez. Aposte em tons acetinados e texturas cremosas.
A maquiagem bonita depende 70% da pele por baixo. Aplicar base em pele seca é desastroso: o rosto tenta "sugar" a água do produto, deixando só o pigmento seco e craquelado na superfície. Hidratação prévia é inegociável.
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A gravidade pode ser combatida com o pincel. Blush ou contorno aplicados muito baixo derrubam a expressão. A regra de 2026 é o "Lifting": aplique tudo com movimentos ascendentes em direção às têmporas para levantar o olhar.
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Deixa mais velha? Só se você lutar contra a textura. O erro é tentar camuflar tudo. O segredo da juventude é a transparência e o brilho controlado (Glow). Menos camadas e mais hidratação garantem um visual fresco e atual.
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