por: Aline Sousa
Foto: Canva
Amar a si mesma é um desafio quando somos bombardeadas por padrões inalcançáveis. Crescemos vendo imagens manipuladas e, hoje, filtros que escondem a realidade, criando uma ilusão de perfeição que não existe.
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Segundo as especialistas, esse padrão é uma miragem. Tentar alcançá-lo é uma corrida sem fim que só gera frustração e joga sua autoestima lá para baixo. Você é única, e isso deveria ser seu superpoder.
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A virada de chave exige paciência. Construir respeito pelo próprio corpo é um processo longo e contínuo, mas pequenas mudanças na rotina diária são capazes de transformar a maneira como você se enxerga.
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O primeiro passo é uma "faxina digital". A rivalidade feminina alimenta a comparação. Deixe de seguir perfis que te fazem sentir insuficiente e comece a seguir mulheres que celebrem a diversidade de corpos reais.
A mente precisa do corpo em movimento. Seja dança, ioga ou caminhada, a atividade física libera endorfina. O foco aqui não é a estética, mas a sensação química de bem-estar e o humor renovado que o movimento traz.
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Ouse se ver de fora. Fazer um ensaio sensual é uma experiência terapêutica transformadora. Descobrir novos ângulos e detalhes do seu corpo ajuda a enxergar uma beleza que a rotina talvez tenha feito você esquecer.
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Você se compara? Pare, pois a beleza dela não anula a sua. O segredo da liberdade é entender que cada mulher tem seu brilho. A comparação é injusta porque você compara seus bastidores com o palco editado de outra pessoa.
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