Qual o impacto da maquiagem na autoestima?

por: Aline Sousa

Foto: Canva

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Em 2026, a maquiagem não é futilidade, é uma ferramenta psicológica de autoafirmação. Ela atua como um mecanismo de controle da imagem, permitindo que você decida exatamente como deseja se apresentar ao mundo.

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O "Efeito Batom" prova que o ritual de preparação blinda a mente. Ao realçar traços e suavizar o cansaço, a confiança dispara, criando uma armadura emocional que aumenta a resiliência no trabalho e na vida social.

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O tempo no espelho é terapia. Esses 15 minutos de mindfulness tátil reduzem o cortisol (hormônio do estresse). É uma pausa sagrada que serve de transição mental entre o conforto da cama e as batalhas do dia.

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A autoestima cresce com a inclusão. Hoje, com tons para todas as peles (incluindo vitiligo e acne), a maquiagem valida a existência de grupos antes ignorados, transformando o "se arrumar" em ato de pertencimento.

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Seu rosto é uma tela de comunicação. A maquiagem é a tinta que traduz sua personalidade sem usar palavras. Seja discreta ou artística, ela é a liberdade criativa de alinhar o que você sente com o que você vê.

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Cuidado com a "máscara". Se sair de cara lavada causa pânico, a maquiagem virou muleta para insegurança. A luta contra a "dismorfia digital" é vital: sua pele real nunca deve competir com a perfeição falsa dos filtros.

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Qual o impacto? Poder e Liberdade. Quando usada para celebrar a identidade e não para esconder "defeitos", a maquiagem se torna a maior aliada da autoimagem. O segredo é usá-la para realçar seu brilho, não para criá-lo.