por: Aline Sousa
Foto: Canva
O dano solar acumulado ao longo de décadas altera a estrutura profunda da derme. Em 2026, com a radiação UV mais intensa, a pele perde elasticidade e firmeza de forma acelerada se não houver uma barreira de defesa eficiente.
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O fotoenvelhecimento se manifesta através de manchas, rugas profundas e uma textura áspera. Isso ocorre porque os raios solares fragmentam as fibras de colágeno, prejudicando a sustentação natural e a densidade do rosto.
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A exposição prolongada sem proteção gera estresse oxidativo, liberando radicais livres que danificam o DNA das células. Isso reduz a capacidade regenerativa, tornando a recuperação celular noturna muito menos eficiente.
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Tentar corrigir o dano com esfoliantes agressivos pode piorar a situação. Com o passar dos anos, a derme se torna mais fina e sensível, exigindo uma abordagem focada primeiro na recuperação da barreira cutânea protetora.
A hidratação em 2026 foca na reposição de lipídios e cerâmidas. Uma barreira íntegra impede a perda de água transepidérmica, garantindo que a pele tenha o ambiente biológico ideal para iniciar seu processo de autorreparo.
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O uso de tecnologias modernas, como peptídeos sinalizadores, é fundamental para incentivar a produção de novo colágeno. Esses ativos "ensinam" as células a se comportarem de forma mais jovem, suavizando as marcas do tempo.
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Como tratar? Com Proteção e Regeneração Ativa. O segredo é usar protetor solar de amplo espectro diariamente para frear o dano, aliado a retinoides e Vitamina C para estimular o colágeno e uniformizar o tom da pele.
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