por: Aline Sousa
Foto: Canva
O acúmulo de células mortas. Sua pele se renova, mas com o tempo o processo desacelera. Essas células se "empilham", criando uma textura áspera que dispersa a luz em vez de refleti-la, deixando o rosto acinzentado e fosco.
A sede das camadas profundas. Desidratação não é o mesmo que pele seca. Sem água suficiente, a derme perde o "preenchimento" natural. O resultado é uma pele murcha, pálida e com vincos que aparecem por pura falta de umidade interna.
O ataque dos radicais livres. Poluição e fumaça geram estresse oxidativo que danifica o colágeno. Essas partículas criam uma "nuvem" invisível de opacidade, tornando a limpeza profunda um passo vital para recuperar o viço.
O preço do cansaço e estresse. É durante o sono que a pele se repara. Sem descanso, a circulação diminui e o cortisol sobe, inflamando o tecido e roubando o sangue que traz o tom rosado e saudável à superfície do rosto.
O freio biológico dos 30 anos. Após os 30, a produção de colágeno cai e a regeneração celular fica lenta. A pele torna-se naturalmente mais fina e menos capaz de manter a radiância sem estímulos externos e ativos específicos.
A armadilha da glicação. Dietas ricas em açúcar "endurecem" as fibras de colágeno e elastina. Sem vitaminas C e E, a pele perde a proteção antioxidante, resultando em um aspecto amarelado e sem vida de dentro para fora.
O dano solar acumulado. O sol altera a textura e a pigmentação de forma silenciosa. A exposição sem proteção torna a pele mais grossa e irregular, sendo uma das maiores causas de opacidade e falta de brilho a longo prazo.