por: Aline Sousa
Foto: Canva
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O excesso de cobertura em 2026 é visto como um erro técnico. Bases muito pesadas criam uma camada opaca que anula o viço natural e as sardas, transformando o rosto em uma tela plana, sem vida e sem dimensão.
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O uso de tons incorretos de subtom pode deixar a aparência acinzentada ou excessivamente alaranjada. Isso cria um contraste artificial que distrai o observador e esconde a harmonia cromática natural da sua pele.
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Produtos com texturas inadequadas tendem a acumular em linhas de expressão. Em vez de suavizar, o erro na escolha do acabamento acaba evidenciando rugas e poros, dando um aspecto de pele cansada e muito envelhecida.
O contorno agressivo é uma armadilha frequente. Quando mal posicionado, ele cria sombras onde não deveriam existir, derrubando visualmente as maçãs do rosto e desequilibrando as proporções que tornam sua face única.
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Iluminadores aplicados em locais com textura irregular realçam imperfeições em vez de pontos de luz. O brilho no lugar errado desvia o foco da beleza dos olhos e lábios, gerando um visual visualmente confuso.
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Em 2026, a beleza autêntica é o que há de mais moderno. Quando a maquiagem serve apenas para camuflar, ela gera insegurança, pois o reflexo no espelho não condiz com a identidade real de quem está por baixo dela.
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Como esconde a beleza? Pela alteração das proporções e da identidade. A maquiagem errada usa bases pesadas e contornos falhos que apagam traços fortes e a harmonia natural, camuflando quem você é em vez de realçar.