por: Aline Sousa
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O Erro da Cozinha. Esqueça o açúcar e o café. Dermatologistas alertam que grãos alimentícios são irregulares e pontiagudos, criando microfissuras invisíveis na pele que servem de porta de entrada para bactérias e inflamações.
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A Regra da Geografia. O corpo não é todo igual. A pele do rosto é fina e exige esfoliantes com microesferas suaves. Já o corpo (cotovelos e pés) aguenta grânulos maiores. Usar esfoliante corporal no rosto é pedir por lesões.
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Limpeza é o Pré-requisito. Nunca esfolie a pele suja ou seca. Lave o rosto com seu sabonete diário e deixe a pele úmida. A água atua como lubrificante, permitindo que o produto deslize sem arranhar a superfície.
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A Técnica Circular. A mágica está no movimento, não na força. Use as pontas dos dedos em movimentos circulares suaves por 2 a 3 minutos. Foque na Zona T (testa, nariz, queixo) e evite a área sensível dos olhos e lábios.
Respeite o Calendário. Menos é mais. Pele oleosa pede 1 a 2 vezes por semana; pele seca ou sensível, a cada 15 dias. Exagerar remove a barreira de proteção natural, causando o temido "efeito rebote" (mais oleosidade).
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O Pós-Tratamento Vital. Ao remover a camada morta, a pele nova fica "nua" e exposta. A hidratação imediata é obrigatória para restaurar o equilíbrio, seguida de protetor solar rigoroso para evitar manchas na pele recém-exposta.
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Como esfoliar corretamente? Com delicadeza e produtos específicos. A resposta definitiva não está na força da mão, mas na escolha de grânulos uniformes e na hidratação pós-banho, garantindo renovação sem destruir a barreira cutânea.
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