por: Aline Sousa
Foto: Canva
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O Efeito Lupa. Sua mente amplia o "defeito". O que para os outros é um detalhe invisível ou até charmoso, para você vira o protagonista do rosto, ofuscando todas as suas outras qualidades reais.
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A Ilusão da Perfeição. Redes sociais vendem peles de porcelana e corpos esculpidos. Comparar sua textura humana e real com pixels editados por filtros é uma guerra injusta que sua autoestima sempre perderá.
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Fuga do Reflexo. Evitar espelhos valida a insegurança. Quanto menos você se vê, mais distorcida e "monstruosa" a falha parece na sua imaginação. A exposição gradual é necessária para normalizar a sua imagem.
Foco na Função. Se o nariz incomoda, lembre que ele permite respirar. Se é a barriga, ela protege seus órgãos. Agradecer ao corpo pelo que ele faz, e não só pelo que ele parece, reduz a crítica destrutiva.
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A Regra da Harmonia. Muitas vezes, ao tentar esconder o detalhe, acabamos chamando mais atenção para ele. O segredo é realçar o que você ama (olhos, cabelo, sorriso) para equilibrar a percepção visual do todo.
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Quando Mudar? Se a insegurança trava sua vida social, buscar correção estética é válido, desde que seja uma escolha consciente feita para o seu bem-estar, e não para agradar um padrão inatingível imposto por terceiros.
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Qual é o detalhe? É a sua Percepção Seletiva. A resposta definitiva é que o "monstro" não é físico, é o hiperfoco. O detalhe só tem poder porque você dá palco a ele. Ao aceitá-lo como parte da sua história, o espelho volta a ser um amigo.