por: Aline Sousa
Foto: Canva
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A Bíblia não contém um "11º mandamento" proibindo o batom. Não existe nenhum versículo nas Escrituras que condene direta ou especificamente o uso de produtos estéticos. A discussão bíblica é muito mais profunda do que um simples "pode ou não pode".
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O foco divino é a hierarquia de valores. 1 Pedro 3:3-4 ensina que a beleza não deve depender exclusivamente de enfeites externos, mas sim do "homem interior". O adorno de um espírito manso e tranquilo é o que realmente brilha aos olhos de Deus.
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A recomendação de Paulo em 1 Timóteo 2:9 foca na decência e no bom senso. O alerta apostólico não é contra a mulher ficar bonita, mas contra a ostentação e a vaidade excessiva que buscam chamar a atenção para si acima da glória de Deus.
Mulheres de Deus se cuidavam. A rainha Ester passou por 12 meses de "tratamentos de beleza" com óleos e cosméticos antes de cumprir seu propósito (Ester 2:12). Isso prova historicamente que o cuidado estético não anula a piedade ou a fé.
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O caso de Jezabel (2 Reis 9:30) é frequentemente mal interpretado. Ela pintou os olhos, sim, mas sua condenação bíblica foi por idolatria, assassinato e manipulação perversa, não pelo uso de sombra. O cosmético não criou o caráter maligno dela.
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Em 2026, a teologia reforça que o pecado não mora no rímel, mas na intenção do coração. Se o uso é motivado por narcisismo, soberba ou desejo de sedução vulgar, o ato torna-se espiritualmente nocivo, independentemente do produto.
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A resposta definitiva: Não é pecado, é liberdade com responsabilidade. A maquiagem só se torna errada quando vira um ídolo ou uma máscara para a insegurança. Usada com modéstia para realçar a obra que Deus criou, é puro autocuidado.