por: Aline Sousa
Foto: Canva
A maquiagem corrige cor, não relevo. Quando a superfície do rosto tem "degraus" (cicatrizes ou poros), a luz reflete de forma caótica. Esse jogo de sombras denuncia que há uma camada artificial tentando cobrir a pele.
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O "efeito piscina" é o vilão. Bases muito líquidas tendem a escorrer e empossar dentro dos buraquinhos das cicatrizes atróficas. Isso cria pontos de cor mais escura que destacam a profundidade em vez de escondê-la.
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O tratamento joga contra. O uso contínuo de ácidos e retinoides para acne deixa a pele sedenta e descamativa. A base adere a essas "pelinhas" mortas soltas, criando um aspecto craquelado e envelhecido instantâneo.
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O erro do "reboco". Tentar nivelar a pele adicionando camadas grossas de base em todo o rosto é fatal. Isso cria volume sobre as bordas da cicatriz. O segredo é uma cobertura fina geral e camuflagem pontual onde precisa.
O brilho funciona como holofote. Iluminadores e bases cintilantes atraem o olhar direto para o relevo. Em peles com muita textura, o acabamento matte ou acetinado é vital para "apagar" visualmente os desníveis.
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A ferramenta dita o acabamento. Pincéis (especialmente os 'língua de gato') costumam arrastar o produto e marcar as bordas das lesões. A esponja úmida é superior, pois funde o produto pressionando-o contra a pele.
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Por que não fica natural? Pela Falta de Nivelamento. O culpado não é a base, é pular a preparação da textura. Sem um Primer Nivelador para preencher os "vales" e hidratação para colar a descamação, o artificialismo vence.
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